quinta-feira, 23 de outubro de 2008















Se Deus permitir, em alguns horas estarei no Rio de Janeiro, na fileira C, bem na frente do saxofone de Sonny Rollins. Assim, fica aqui Saxophone Colossus, mais um disco clássico desse distinto senhor de 78 anos

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terça-feira, 30 de setembro de 2008
















Way Out West é o aquecimento perfeito para os shows que Sonny Rollins fará no Brasil nos dias 21, 23 e 25 de outubro. Rollins é possivelmente o maior músico de sua época ainda em atividade, na minha opinião o terceiro maior saxofonista da história do Jazz, atrás apenas de Charlie Parker e, obviamente, John Coltrane. O tema de I'm An Old Cowhand é a trilha sonora perfeita para você chegar ao Rio de Janeiro e "curtir" aquele calor que, definitivamente, vai estar lá

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domingo, 31 de agosto de 2008















Mais de 90% dos discos que coloquei aqui foram gravados nos anos cinqüenta e sessenta por artistas que se consagraram nos anos 50. Meu período favorito do jazz, acho que já escrevi aqui, vai de 1955 até 1965. Isso reflete, por certo, nos discos aqui disponibilizados. De toda sorte, tenho tentado me aprofundar um pouco nas raízes do jazz; nas mudanças que levaram ao surgimento do Swing e as big bands comandadas por Sidney Bechet e Gleen Miller; nas grandes contribuições de Louis Armstrong e Duke Ellington.

Esses estudos me levaram a nomes como Count Basie, Coleman Hawkins e o saxofonista Lester Young, conhecido como The President. Prez começou a despontar tocando na banda de Basie, em 1933, e em 1944 já começou a gravar discos como líder. The President Plays foi gravado em 1952, em parceria com o pianista Oscar Peterson, responsável por ótimos momentos do disco. Destaco também que esse é o primeiro disco apresentado aqui em que podemos encontrar uma guitarra, instrumento que não costuma figurar em minhas formações favoritas

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quarta-feira, 30 de julho de 2008


















Comentei no último post que nosso estimado John Coltrane passou uma temporada com o grande Thelonious Monk. Aproveitando o gancho, aqui vai uma gravação de 1957 que há muito pouco tempo foi recuperada. Lançada em 2005, At The Carnigie Hall registra o quarteto de Monk em um de seus melhores momentos. Após quase 9 meses tocando no Five Spot, sax e piano demonstravam uma sintonia marcante. Completavam o conjunto Ahmed Abdul-Malik no baixo e Shadow Wilson na bateria, este último inspiradíssimo em Epistrophy, faixa 5 deste disco. Os ataques rápidos no prato de condução são marcantes, quase frenéticos, destacam o tema central de uma forma muito particular. Definitivamente minha faixa favorita.

Esse período foi de vital importância para Coltrane, que desenvolveu bastante sua técnica, valendo-se do fato de ser o único instrumentista de sopro. Algum tempo depois ele estaria novamente com Miles Davis para gravar Kind of Blue, obra previamente disponibilizada neste espaço

segunda-feira, 30 de junho de 2008














Entre 1956 e 1961 Miles Davis lançou uma série de quatro discos contendo gravações ocorridas ao longo de 1956, todos sob o nome de The Miles Davis Quintet: Cookin', Relaxin', Workin’ e Steaming’. Considero Working’ único dentro da série por contar com composições do próprio Miles - Four, Half Nelson e The Theme, esta fechando cada lado do álbum – e uma composição de John Coltrane, Trane´s Blues. Coltrane ainda era “apenas” um ótimo músico de apoio, dependente sério de heroína, o que levou Miles a demiti-lo no final do próprio ano de 1956. Quando o disco foi lançando Coltrane já havia passado uma temporada com Monk, voltado a tocar com Miles e se preparava para lançar Giant Steps, primeiro disco de sua carreira a possuir apenas composições próprias.

O quinteto: Miles Davis (trompete), John Coltrane (sax tenor), Red Garland (piano), Paul Chambers (baixo) e Philly Joe Jones (bateria)

sexta-feira, 13 de junho de 2008













Ainda no embalo de ontem, vai aí Coltrane For Lovers, compilação com o mais romântico do nosso querido John Coltrane

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sexta-feira, 30 de maio de 2008
















Reza a lenda que a gravadora não queria lançar a obra prima de Dave Brubeck por considerá-la "muito difícil". Me pergunto que tipo de cabeça as pessoas tinham à época. Time Out é não só um dos discos mais populares da história do Jazz, como também um dos mais fáceis de se escutar, daqueles que pode ser apreciado em qualquer situação, em qualquer lugar, a qualquer hora do dia

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